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Diga não ao Trabalho Infantil

   Desde os primórdios, o trabalho infantil existiu, de forma até mesmo mais cruel do que é visto atualmente. No período da Idade Média, a prática era ainda comum, pois boa parte das famílias não tinham condições financeiras suficientes para sustentar a todos, então as crianças começavam a trabalhar logo cedo. O pior de tudo é que essas mesmas crianças não desfrutavam do lucro de seu trabalho e ainda perdiam a infância trabalhando fora de condições humanas.

    Durante a Revolução Industrial, houve o maior crescimento do número de crianças trabalhando. Essa prática se tornou comum pelo fato da mão de obra ser mais barata, em relação a masculina. Dessa forma, boa parte das crianças a partir dos quatro anos de idade, ao invés de estarem na escola ou brincando, eram submetidas a carga horária de mais de 14 horas diárias em locais insalubre e perigosos. Nessa época também várias crianças foram mutiladas ou perderam a vida devido acidentes que ocorriam dentro das fábricas.

    As coisas só começaram a mudar a partir de 1802, quando a Inglaterra vendo as consequências do trabalho infantil implantou a primeira lei de controle do trabalho infantil nos meios industriais de todo o país. Com isso, outros países aderiram a essa prática até que foi finalmente proibido em boa parte dos países ao redor do mundo.

    As consequências do trabalho infantil são inúmeras e uma das principais é o pouco desenvolvimento de forma geral de uma criança que é submetida a tal realidade. As poucas que se dedicam ao estudo, ao permanecer por tempo prolongado do mercado de trabalho precoce, não voltam para à escola, comprometendo o desenvolvimento de uma carreira mais à frente.

   A Campanha de Erradicação trabalha com o objetivo de mudar essa realidade ainda muito comum no Brasil. É preciso dizer não ao trabalho infantil!

Por Anna Izabelle

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